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sexta-feira, 13 de abril de 2012

Éfeso, a Igreja do Amor Esquecido

Aula 3

Leitura Biblica em Classe

A leitura biblica em classe está na Epistola de Apocalipse capitulo 2:1-7 onde descreve as revelacões tidas por João, em que Jesus exorta a igreja de Éfeso. Antes de iniciarmos o estudo desta liçãoo é necessario que tenhamos algums conhecimentos basicos para que possamos compreender a carta a igreja de Éfeso.

1. Historia, geografia e religiao da Cidade de Éfeso
2. A origem da Igreja de Éfeso
3. Anjo da Igreja, As sete Estrelas e os Os Sete casticais de ouro
4. Nicolaitas

Hitória
A origem da cidade de Éfeso
A cidade de Éfeso foi fundada pelos Jonios1, povo que habitou a Ásia Menor, estabelecendo-se em Halicarnasso e Esmirna, entre os séculos XII e X a.C., Chegaram a criar uma liga intitulada de Liga Jônia, que congregava as cidades de Éfeso, Samos, Priene, Colofón, Clazómenas, Quios, Mileto, Teos, Mionto, Lebedos, Foceia e Eritras. Já no século VI a.C. a dominação imposta pelo Império Persa causou insatisfação e gerou uma revolta que teve como consequência as Guerras Médicas.
Contexto geopolítico
No período em que João escreveu a epístola de apocalipse, no final do primeiro século D.C, éfeso era a quarta maior cidade do Império Romano e centro administrativo da província da Ásia.
Religião
Em éfeso havia um grande templo, o templo da deusa Ártemis de Ephesus2, deusa da fertilidade "que toda a Ásia e o mundo" adoravam (Atos 19:27). Conhecida como Ártemis pelos gregos e Diana pelos romanos, a deusa tinha uma seita de seguidores que praticavam a magia e a astrologia.
A igreja de Éfeso
Inicio da Igreja.
A igreja de éfeso foi fundada pelo Apostolo Paulo,por Áquila e Pricila quando da segunda viagem missionaria do Apostolo Paulo, como verificamos em At. 18:19,20.
Pastores da Igreja de Éfeso
Na terceira viagem missionaria do Apostolo Paulo, este permaneceu em éfeso por quase 3 anos, neste periodo o evangelho se difundiu por toda a Asia menor (At. 19:10), depois do Apostolo Paulo, Timóteo pastoreou a igreja por algum tempo (1 Tm 1:3), o Apostolo Joao tambem viveu um tempo em éfeso apos ser liberto da sua prisão na ilha de Patmos, segundo Irineu e Eusébio de Cesaréia apos a morte do Apostolo Paulo aquela éfeso passou a ser pastoreada por João, o evangelista.
Nos primeiros anos do século II, Inacio, bispo de antioquia escreveu uma extensa carta à igreja de Éfeso elogiando-a pela unidade e conduta cristã irrepreensivel e por viverem em amor e harmonia sob a liderança do bispo Onésimo.
O Anjo da Igreja, As Estrelas e os castiçais
Há muitos questionamentos em relação ao anjo da igreja citado nas cartas as 7 igrejas da Asia, uns afirmam que estas cartas foram realmente destinadas a anjos, no sentido literal da palavra, outros acreditam que os anjos citaddos nas cartas na verdade são os pastores das igrejas, que são mensageiros da palavra de Deus em suas repectivas igrejas, para nosso estudo adotaremos esta segunda linha de pensamento, que acredita que as cartas as igrejas da Asia foram destinadas para os pastores das mesmas, homens como nós, e não para seres espirituais, os anjos.
As estrelas relatadas na epistola de apocalipse são os anjos da igreja e os castiçais simbolizam as igrejas.
Os Nicolaitas
Nicolaíta em grego é composto de duas palavras: “Nikao” que significa “Conquistar” e “Laos” que significa “Povo Comum”. Então Nicolaítas vem a ser: “Aquele que conquista ou domina o povo comum ou leigo”.
Três opiniões sobre esta pergunta se restringem ao campo das conjeturas, porquanto no Apocalipse os detalhes são escassos. Primeiro, na igreja primitiva Irineu ensinava que os nicolaítas eram seguidores de Nicolau, um convertido ao judaísmo que fora designado diácono (At 6.5). Em segundo lugar, outros vêem tais pessoas como sendo gnósticas, seita que procurava infiltrar-se nas igrejas. Por último, com base na exegese, ainda outros asseguram que os nicolaítas eram pessoas que seguiam os ensinamentos dos falsos apóstolos e de Balaão. Esse pressuposto desfruta de mérito, pois em estilo tipicamente hebraico João escreve na forma de paralelismo para realçar um ponto. Os falsos apóstolos buscavam escravizar a mente das pessoas com suas doutrinas enganosas; os seguidores de Balaão tentavam conquistar pessoas através da fraude; e o nome grego, Nikolaos, significa “ele conquista pessoas”. À guisa de comparação com o que se diz sobre os seguidores de Balaão (2.14) e de Nicolau (2.6, 15), presumimos que esses enganadores pertenciam ao mesmo grupo. Não obstante, admito que não há certeza sobre este ponto.
Em vista da ausência de informação nas cartas às igrejas de Éfeso e de
Pérgamo, só podemos conjeturar que o estilo de vida dos nicolaítas se caracterizava pela imoralidade, pela participação em comer alimento oferecido
aos ídolos e pela perversão da verdade (2.14-16).
Os cristãos de Pérgamo e de Tiatira se digladiavam com as mesmas doutrinas e estilo de vida fraudulentos (2.14-16, 20-24). Não obstante, nessas igrejas muitos sucumbiram ante as fascinações dos intrusos e, subseqüentemente, receberam palavras de repreensão por seu fracasso em seguir Jesus.

1. Quem eram os Jonios: Povo indo-europeu que se estabeleceu na Ática e no Peloponeso, foi a primeira das quatro etnias na Hélade, região da Grécia Antiga, as outras etnias sao os aqueus, eólios e os dórios, que seriam responsáveis pela formação do povo grego.
2. Templo de Ártemis de Ephesus.
Levou duzentos anos para ficar pronto - em 450 a. C. - na cidade de Éfeso.
Suas 127 colunas de mármore atingiam 19 metros de altura.
Depois de ter sido incendiado em 356 por Eróstrato, foi reconstruído (dessa vez em vinte anos) e destruído novamente em 262 pelos godos.
1. Fonte: www.culturabrasil.org

Fonte:
2. Antonio Gasparetto Junior, http://www.infoescola.com/civilizacoes-antigas/jonios/
3. http://www.melodiasdaccb.kit.net/efeso.htm3
4. www.culturabrasil.org
5. Biblia de Estudo Anotada e Expandida
6. Prof.Jose Roberto A. Barbosa, www. Subisidioebd.blogspot.com
7. http://cosmovisao.blogspot.com.br/2006/12/os-nicolatas-nas-igrejas-evangelicas-de.html
8. Irineu, Contra Heresias 1.26.3; e 3.11.1; ver também Hipólito, Refutação de todas as Heresias 7.24.
9. Elisabeth Schüssler Fiorenza, The Book of Revelation: Justice and Judgment (Filadélfia: Fortress, 1985),
10. pp. 116-17; Hommer Hailey, Revelation: An Introduction and Commentary (Grand Rapids: Baker, 1979), pp. 123-24; Johnson, Revelation, p. 435. Outras sugestões são formuladas por R. Heiligenthal, “Wer waren die ‘Nikolaiten’? Ein Beitrag zur Theologiegeschichte des frühen Christentums”, ZNW 82 (1991): 133-37; W. M. Mackay, “Another Look at the Nicolaitans”, EvQ 45 (1973): 111-15
11. Apocalipse, Simon Kistemaker, Editora Cultura Cristã, p. 158-9.
12. Charles, Revelation, 1.52-53; Philip Edgcumbe Hughes, The Book of the Revelation: A Commentary (Leicester: Inter-Varsity; Grand Rapids: Eerdmans, 1990), p. 37; Hemer, Letters to the Seven Churches, p. 89; richard Baudkham, The Theology of the Book of Revelation, New Testament Theology (Cambridge: Cambridge University Press, 1993), p. 124. Comparar Terence L. Donaldson, “Nicolaitans”, ISBE, 3.534. Outros contestam. Ver Isbon T. Beckwith, The Apocalypse of John (1919; reimp., Grand Rapids: Baker, 1979), p. 460; também os comentários de Lenski, p. 90; Swete, p. 28; Thomas, 1.149. Aune observa: “Balaão é um nome pejorativo, enquanto Nicolau é um nome honroso.” Ver seu Revelation 1–5, p. 149.
13. http://www.monergismo.com/textos/comentarios/quem-eram-nicolaitas_s-kistemaker.pdf
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